
Punição aplicada pela RFEF
Na quarta-feira (29/04/2026) a Federação Espanhola de Futebol (RFEF) anunciou que o goleiro Esteban Andrada, do Real Zaragoza, recebeu suspensão de 13 jogos por agredir um adversário após ser expulso no clássico contra o Huesca. O confronto, disputado no domingo (26/04/2026), terminou com vitória do Huesca por 1 a 0 e escalou para uma confusão generalizada após a expulsão. Andrada, ex‑Boca Juniors, foi punido com a sanção máxima prevista pela federação para casos de agressão. A decisão une a pena por agressão com a suspensão automática pela expulsão no mesmo jogo.
O lance e a confusão
O cartão amarelo que culminou na expulsão de Andrada veio aos 99 minutos, e em vez de deixar o gramado o goleiro correu e desferiu um soco no rosto de Jorge Pulido, zagueiro e capitão do SD Huesca. O choque entre os jogadores desencadeou uma briga generalizada dentro de campo, com imagens de empurra‑empurra e tentativas de contenção por parte da arbitragem e segurança. Andrada teve de ser contido e escoltado até o vestiário, enquanto a partida terminou sob tensão entre as equipes. O episódio chamou atenção da RFEF e motivou a investigação disciplinar imediata.
Outras sanções e motivos
Além de Andrada, a entidade disciplinar aplicou outras suspensões após rever os lances. Dani Jiménez, goleiro do Huesca, foi expulso por agredir Andrada durante a confusão e recebeu quatro jogos de suspensão. Já Dani Tasende, lateral esquerdo do Real Zaragoza, foi punido com dois jogos depois de receber cartão vermelho por um chute na perna de um adversário, decisão confirmada após revisão do VAR. A soma das penalidades segue as diretrizes da RFEF para violência e condutas antidesportivas dentro das partidas.
Sanções aplicadas
- Esteban Andrada — goleiro, Real Zaragoza: 13 jogos (12 por agressão + 1 pela expulsão automática).
- Dani Jiménez — goleiro, SD Huesca: 4 jogos (agressão durante a confusão).
- Dani Tasende — lateral esquerdo, Real Zaragoza: 2 jogos (chute em adversário confirmado pelo VAR).
A suspensão de Andrada deixa o Real Zaragoza sem seu titular na meta por 13 partidas, um desfalque significativo para a sequência da temporada espanhola e um problema a ser gerenciado pela comissão técnica. O episódio manchou um clássico regional entre as equipes de Aragón e deve render reflexões sobre disciplina e controle emocional em campo. As decisões da RFEF foram publicadas nesta quarta e já entram em vigor imediatamente, aplicando‑se aos jogos oficiais subsequentes.



