Vovôs da Copa: os jogadores mais velhos a atuarem em Mundiais

Vovôs da bola: veja os jogadores mais velhos da história das Copas | CNN Brasil
Imagem: Divulgação / Reprodução

A história da Copa do Mundo é cheia de capítulos emocionantes e um deles é a presença dos chamados “vovôs” do gramado: atletas que empurraram a idade para longe e foram disputar jogos decisivos. Mesmo com a evolução física e o ritmo moderno, ultrapassar a barreira dos 40 anos em um Mundial continua sendo exceção, não regra. No topo dessa lista está Essam El-Hadary, goleiro, aposentado — que entrou em campo aos 45 anos e 161 dias, estabelecendo o recorde de longevidade em Mundiais. O feito aconteceu na partida entre Egito e Arábia Saudita, pela fase de grupos da Copa de 2018, na Rússia. Essas histórias de resistência inspiram torcedores e mostram como experiência também é peça de valor numa seleção.

Jogadores mais velhos da Copa

A maior parte dos nomes dessa lista é de goleiros, o que não surpreende: a posição permite vida útil longa para quem mantém reflexo e leitura de jogo. Antes de El-Hadary, quem detinha a marca era Faryd Mondragón, goleiro, aposentado — com 43 anos e 13 dias, marcado no Mundial do Brasil em 2014. Há também atacantes e lendas que chegaram aos 40 e deixaram sua marca, como Roger Milla, atacante, aposentado — ícone do futebol africano. Pat Jennings, Peter Shilton, Dino Zoff e Ali Boumnijel completam a relação, nomes que atravessaram gerações e viraram referência para goleiros e colecionadores de histórias do futebol.

  • Essam El-Hadary (Egito) — goleiro, aposentado — 45 anos e 161 dias
  • Faryd Mondragón (Colômbia) — goleiro, aposentado — 43 anos e 13 dias
  • Roger Milla (Camarões) — atacante, aposentado — 42 anos e 39 dias
  • Pat Jennings (Irlanda do Norte) — goleiro, aposentado — 41 anos
  • Peter Shilton (Inglaterra) — goleiro, aposentado — 40 anos
  • Dino Zoff (Itália) — goleiro, aposentado — 40 anos
  • Ali Boumnijel (Tunísia) — goleiro, aposentado — 40 anos

Memória e legado

Essas presenças tardias em Mundiais viraram tema de conversa entre torcedores e cronistas mundo afora, e aqui no Rio a memória também é cultivada nas rodas de estádio. A galera do Maracanã, de São Januário ao Nilton Santos, costuma celebrar histórias de veteranos que desafiaram o tempo e mostraram caráter em campo. Estatísticas como idade na partida viram curiosidade, mas é a imagem do jogador segurando a camisa e cumprindo seu papel que fica na lembrança. No fim, essas histórias reforçam que o futebol tem espaço para talento, experiência e coração — e que cada Mundial carrega suas próprias lendas.

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