
O Santos cedeu o empate ao Bahia neste sábado, pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro, e saiu de Salvador com um ponto que pode complicar sua situação na tabela. O empate manteve o time praiano na 15ª colocação, com a possibilidade de entrar na zona de rebaixamento dependendo dos resultados da rodada. Foi um jogo de muita intensidade, com o Santos dominando trechos do primeiro tempo e o Bahia virando a chave na etapa final. A partida teve polêmica nas cobranças e emoção até os minutos finais.
A partida começou às 18h30 (horário de Brasília) e foi disputada em Salvador. O público viu um Santos disposto a controlar o jogo nos primeiros minutos, enquanto o Bahia cresceu com o passar do tempo. Tecnicamente, o duelo teve alternativas: faltas, transições rápidas e duas penalidades que definiram boa parte da história do primeiro tempo. No segundo tempo, o cenário mudou e o placar acabou ficando no 2 a 2.
No primeiro tempo, o Santos começou melhor e abriu o placar logo cedo. Rollheiser (atacante, Santos) converteu cobrança de pênalti e colocou a equipe em vantagem, mostrando frieza na batida. Perto do fim da etapa inicial, o mesmo Rollheiser voltou a marcar, novamente em cobrança de pênalti, e ampliou para o time paulista. O atacante foi protagonista da primeira parte do jogo e também alvo das críticas da defesa adversária.
No segundo tempo, o Bahia reagiu com força e buscou o empate. Aos 30 minutos, Luciano Juba (atacante, Bahia) diminuiu para o time da casa e acendeu a torcida. Sete minutos depois, aos 37, Willian José (atacante, Bahia) apareceu na área e empatou a partida, aproveitando a pressão do Bahia. Mesmo com acréscimos que chegaram aos 54 minutos, o placar permaneceu sem alterações e o jogo terminou em igualdade.
Com o resultado, o Santos chega à 15ª colocação na tabela do Brasileirão; o Corinthians ocupa a 17ª posição e abre a zona de rebaixamento. Na rodada anterior, o time santista havia empatado sem gols com o Vitória, fora de casa, e vivia momento de instabilidade. O ponto conquistado em Salvador não foi suficiente para dar tranquilidade ao elenco e à torcida, que seguem atentos às próximas partidas. A necessidade de somar pontos é clara para escapar da disputa contra a degola.
Escalação do Bahia
O Bahia entrou em campo com a seguinte formação e opções: Léo Vieira (goleiro, Bahia); Acevedo (volante, Bahia); Gabriel Xavier (meia, Bahia); Ramos Mingo (zagueiro, Bahia); Luciano Juba (atacante e capitão, Bahia); Caio Alexandre (meia, Bahia); Jean Lucas (volante, Bahia); Michel Araújo (meia, Bahia); Kike Oliveira (lateral/ala, Bahia); Erick Pulga (atacante, Bahia) e Willian José (atacante, Bahia). A escolha do técnico Charles Hembert privilegiou transições pelas pontas e mobilidade no meio. Luciano Juba foi o capitão em campo e peça importante nas jogadas ofensivas. Técnico: Charles Hembert.
Escalação do Santos
O Santos iniciou a partida com Diógenes (goleiro, Santos); Mayke (lateral-direito, Santos); Lucas Veríssimo (zagueiro, Santos); João Ananias (zagueiro, Santos); Escobar (lateral, Santos); João Schmidt (volante, Santos); Christian Oliva (volante, Santos); Rollheiser (atacante, Santos); Gabriel Bontempo (meia, Santos); Rony (atacante, Santos) e Thaciano (meia/atacante, Santos). O técnico Cuca apostou em velocidade pelos flancos e nas bolas paradas para tentar furar a defesa do Bahia. Rollheiser foi decisivo no primeiro tempo ao converter dois pênaltis e segurar a bola no ataque. Técnico: Cuca.



