
Luka Modric, meio-campista do Milan-ITA, disputará sua última Copa do Mundo em 2026, aos 40 anos, mantendo a classe que o transformou num verdadeiro maestro. Depois de duas décadas com a camisa da Croácia, Modric segue sendo referência tática e técnica, ditando ritmos e armando jogadas com uma leitura de jogo rara. No vestiário e em campo ele exerce liderança natural, e sua presença será peça-chave para as ambições croatas no torneio. É também um símbolo de longevidade no futebol moderno, combinando inteligência e qualidade física para seguir competitivo em alto nível.
O capitão croata já participou de quatro edições da Copa do Mundo, somando 19 partidas, dois gols e uma assistência nessas convocações. Sob sua batuta, a Croácia viveu momentos históricos, com o vice em 2018 e o quarto lugar em 2022, campanhas que elevaram a geração atual ao status de referência no país. Em entrevista à Federação Croata de Futebol, Modric disse sentir orgulho imenso em vestir a camisa nacional, afirmando que representar a seleção ainda é uma grande motivação para ele. Essa postura explica por que, mesmo aos 40 anos, ele segue sendo chamado para decisões e partidas de alta pressão.
Carreira histórica
Após longa passagem pelo futebol espanhol, onde foi peça importante em campanhas europeias, Modric reforçou o Milan-ITA e continua imprimindo sua visão de jogo no meio-campo rossonero. No clube italiano ele tem sido responsável por organizar saídas, controlar o ritmo das partidas e abastecer atacantes com passes verticais e filtrados. A experiência acumulada em clubes de elite e na seleção faz de Modric um comandante natural em torneios como a Copa do Mundo, onde a leitura de jogo faz diferença nas fases decisivas. Para a Croácia, ter um jogador com essa bagagem é um trunfo em busca de mais um resultado expressivo no cenário mundial.
O desafio em 2026
Na Copa do Mundo de 2026, a Croácia se apresenta com o capitão Luka Modric à frente de uma equipe acostumada a disputar por vagas nas fases finais e a enfrentar seleções de grande porte. A seleção croata aposta na experiência do meio-campista do Milan-ITA para equilibrar posse, transição e bola parada, pontos que podem decidir partidas apertadas. Do lado do torcedor, a expectativa é ver o maestro em ação mais uma vez, tentando repetir ou superar os feitos recentes da seleção. Em um torneio onde detalhes definem caminhos, Modric seguirá sendo referência técnica e emocional para os compatriotas.



