
A Fifa anunciou, na manhã de 9 de abril de 2026, a lista de profissionais de arbitragem convocados para a Copa do Mundo de 2026. O Brasil aparece no topo: serão nove representantes, divididos entre três árbitros principais e seis assistentes, liderança entre os países. A presença reforça a tradição brasileira em mandar oficiais para o maior torneio do planeta, com nomes experientes que já circularam por Libertadores e Brasileirão. Esses árbitros têm potencial para atuar em estádios como o Maracanã, o Nilton Santos e outras praças que receberão jogos do Mundial.
Os árbitros principais selecionados foram Raphael Claus, Ramon Abatti Abel e Wilton Pereira Sampaio. O grupo de assistentes traz nomes conhecidos do cenário nacional: Bruno Boschilia, Bruno Pires, Danilo Manis, Rodrigo Figueiredo, Rafael Alves e Rodolpho Toski. Ao todo, nove brasileiros vão compor equipes de arbitragem na competição, entre trios de campo e formações de auxiliares. A convocação reforça a presença do Brasil nas estruturas técnicas do torneio.
Presença garantida
Mesmo alvo de críticas por parte de torcedores, a arbitragem brasileira segue presente nos Mundiais de forma consistente. No Mundial de 2022, por exemplo, o país contou com dois árbitros principais e cinco assistentes, totalizando sete representantes, com destaque para Wilton Pereira Sampaio e assistentes como Bruno Boschilia, Bruno Pires, Danilo Manis, Rodrigo Figueiredo e Neuza Back. Essa continuidade mostra que, apesar das discussões, a Fifa segue reconhecendo profissionais do país. A lista de 2026 amplia esse histórico e volta a colocar o Brasil entre os países com maior delegação de árbitros.
Histórico em Mundiais
Em 2018, na Rússia, o Brasil teve participação direta também na equipe do VAR, com nomes como Wilton Pereira Sampaio, Sandro Meira Ricci, Marcelo Van Gasse e Emerson Augusto de Carvalho atuando nas estruturas de vídeo. Já em 2014, quando o Mundial foi sediado no Brasil, a arbitragem nacional contou com um trio completo em campo: Sandro Meira Ricci como árbitro principal, acompanhado por Emerson Augusto de Carvalho e Marcelo Van Gasse como assistentes. Essas presenças ao longo das últimas edições dão experiência internacional aos profissionais e servem de parâmetro para escolhas futuras. A soma de participações em campo e no VAR explica parte da confiança depositada em nomes brasileiros para 2026.
A confirmação de nove representantes em 2026 reforça a visibilidade da arbitragem do país em torneios de alto nível, aumenta a rodagem internacional desses profissionais e pode abrir caminho para participações em jogos decisivos do Mundial. Para torcedor carioca que acompanha campeonatos como Brasileirão e Copa do Brasil, ver árbitros nacionais nas escalações do Mundial é mistura de orgulho e expectativa, lembrando partidas históricas no Maracanã e nos clássicos do Rio. Agora resta acompanhar a preparação desses nomes até o apito inicial do torneio.



