Samuel Xavier afasta rótulo de favorito do Fluminense e relativiza crise do Flamengo

Samuel Xavier descarta favoritismo do Fluminense e minimiza crise no Flamengo: 'Clássico é diferente' | Fluminense | O Dia
Imagem: Divulgação / Reprodução

Samuel Xavier, lateral-direito do Fluminense

O recado de Samuel Xavier

Samuel Xavier, lateral-direito do Fluminense, foi direto ao ponto ao falar do clássico e deixar claro que não há time favorito. Em entrevista durante a preparação do Tricolor das Laranjeiras para o duelo pelo Cariocão, ele repetiu o bordão que o futebol carioca conhece bem: ‘Clássico é diferente’. O jogador afastou a ideia de que o Fluminense chega com vantagem e relativizou a crise que cerca o Flamengo, lembrando que dentro das quatro linhas tudo pode mudar. A declaração do lateral dá o tom de um jogo que promete calor, seja no Maracanã ou em outro palco que receba a rivalidade.

Foco no coletivo e pragmatismo

Samuel Xavier destacou a importância da concentração coletiva e disse que o foco é do grupo, não do rótulo de favorito. Como lateral-direito do Fluminense, ele afirma que a equipe quer impor seu jogo, ajustar a marcação e valer-se das jogadas pelos lados. Depois de treinos fechados e ajustes táticos, o jogador evitou dramatizar a situação adversária e preferiu lembrar que clássicos têm dinâmica própria. A postura é pragmática: respeitar o Mengão, mas sem entregar campo ou circunstâncias aos rivais.

Contexto dos clubes e o peso do clássico

Do outro lado, o Flamengo vive um momento de questionamentos fora de campo, mas Samuel retratou isso como um elemento a mais, não determinante. O lateral do Tricolor das Laranjeiras citou que competições como Brasileirão, Copa do Brasil e Libertadores exigem foco e que um ponto de instabilidade não decide clássicos. Os torcedores vão respirar no Maracanã, onde a pressão costuma subir, e a conversa nos vestiários passa por cuidado tático e clareza nas funções. Em rivalidade que também envolve São Januário e outras praças históricas, Samuel preferiu lembrar que quem corre mais e acerta as transições costuma levar vantagem. Sem exageros e com a voz de quem conhece o futebol do Rio, o lateral reforçou: o clássico pede respeito, entrega e atenção pelos 90 minutos.

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