Zubeldía analisa o grupo do Fluminense na Libertadores e confirma estreia fora de casa

Zubeldía avalia grupo do Fluminense na Libertadores e estreia fora de casa | Fluminense | O Dia
Imagem: Divulgação / Reprodução

O técnico Luis Zubeldía, à frente do Fluminense, já começou a destrinchar o chaveamento da Libertadores e deixou claro que o foco passa por organização e viagens. O grupo traz desafios variados: Deportivo La Guaira (Venezuela), Independiente Rivadavia (Argentina) e Bolívar (Bolívia), times com estilos e cenários distintos que exigem planejamento. A estreia será fora de casa, em 7 de abril, contra o La Guaira, às 19h (de Brasília), numa partida que fecha rapidamente a janela inicial da competição continental. O elenco tricolor tem aproveitado sessões no CT Carlos Castilho para ajustar a parte física e a ideia tática visando esses confrontos.

O chaveamento e seus desafios

A chave reúne adversários com características que passam por logística e altitude, fatores que pesam na Libertadores. Deportivo La Guaira costuma explorar o calor e a atmosfera de torcida nas praias da Venezuela, enquanto o Independiente Rivadavia, da cidade de Mendoza, traz o futebol de província da Argentina, com marcação forte e jogo fechado. Bolívar, mandando seus jogos em La Paz, apresenta o clássico desafio da altitude — um ponto importante nas contas do departamento físico do Flu. Zubeldía terá de montar um plano de rodagem e conversão de elenco para lidar com viagens curtas e longas, além de preservar atletas para o calendário nacional.

Estreia fora de casa e calendário do Tricolor

A abertura em 7 de abril, às 19h (de Brasília), confirma um começo fora do Maracanã, o que obriga atenção redobrada em logística e preparação de jogo. O Fluminense convive com um calendário que envolve o Campeonato Brasileiro e a Copa do Brasil, além do Cariocão em fases iniciais, e precisa equilibrar rodagem de elenco para manter competitividade nas frentes. Jogar fora, especialmente contra times sul-americanos em casa, exige cuidados com viagens e recuperação; o departamento médico e a comissão técnica terão papel central. O Maracanã volta a ser a referência para as partidas decisivas, mas a estreia continental pedirá maturidade longe do Rio.

Preparação no CT e próximos passos

No CT Carlos Castilho, Zubeldía e sua equipe seguem afinando conceitos táticos e testando alternativas para o meio-campo e a transição defensiva. A intenção é ter um time compacto, com controle de bola e variações ofensivas que possam furar bloqueios rivais em diferentes estádios e climas. A comissão técnica também acompanha a logística das viagens e define rotinas de alimentação e recuperação para minimizar o impacto das partidas fora do Brasil. Nos próximos dias serão confirmados detalhes da delegação e o planejamento específico para o duelo na Venezuela.

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