
Paolo Guerrero, atacante e atualmente sem clube, acusou nesta terça-feira, 15 de setembro de 2026, o ex-clube Flamengo de “querer se vingar” em um processo judicial que tem movimentado os bastidores do futebol carioca.
O que aconteceu
O ex-jogador, que aos 42 anos segue na mira da imprensa por sua história com o futebol brasileiro e com a seleção do Peru, afirmou por meio de sua equipe jurídica que o litígio teria tomado um rumo motivado por ressentimentos após o fim do vínculo com o clube do Rio de Janeiro.
Alega-se, segundo a nota de Guerrero, que as medidas tomadas pelo clube teriam caráter retaliação — afirmação que o Flamengo ainda não detalhou publicamente até a publicação deste texto.
Contexto e impacto
Casos de disputas judiciais entre ex-jogadores e clubes não são inéditos no futebol brasileiro; quando viram processo, costumam alongar-se meses e consumir tempo de departamentos jurídicos e de imagem de ambas as partes. Para Guerrero, ídolo de torcedores e referência na seleção peruana, o desfecho pode afetar não só compensações financeiras como também a forma como histórias de ex-atletas são tratadas pela imprensa e pelos clubes.
No campo esportivo, a lembrança que fica é a do centroavante que fez história em jogos decisivos, e é aí que a crônica bate: no Rio, a memória do Maracanã guarda gols e cenas que não se apagam por processos — mas a dor de uma disputa jurídica também vira capítulo, e ninguém sai ileso.
Reações e próximos passos
Até o fechamento desta reportagem, o Flamengo não havia apresentado declaração oficial sobre as acusações públicas feitas por Guerrero. A assessoria do atacante informou que os advogados darão sequência às medidas legais e que novas informações serão divulgadas nos canais do próprio jogador.
O caso seguirá acompanhando a agenda dos tribunais e, claro, a atenção da torcida carioca — porque aqui todo episódio vira conversa de bar, e ninguém deixa de torcer pelo espetáculo, mesmo quando o jogo se muda para o fórum.



