
Neymar, atacante do Al-Hilal, ligou nos últimos dias para Everton Cebolinha, atacante do Flamengo, tentando convencê-lo a considerar uma ida ao Santos, segundo apuração. Everton, 30 anos, tem recebido consultas de diversos clubes.
O que aconteceu
O contato partiu de Neymar — ídolo formado no Santos e hoje no futebol saudita — que teria usado a relação com a cidade e com o clube pra tentar aproximar o jogador rubro-negro. Everton Cebolinha, atacante do Flamengo, foi procurado e segue com o futuro aberto enquanto recebe sondagens de terceiros.
Repercussão imediata
Fontes próximas ao agente de Everton confirmam conversas, mas sem acordo fechado. O jogador não se pronunciou oficialmente e o Flamengo mantém a postura de não divulgar negociações em andamento.
Para o torcedor, a notícia caiu como um daqueles telefonemas de véspera de clássico: inesperada, com potencial de mexer no mercado e na rotina dos clubes do Rio e de Santos.
Contexto e análise
Everton Cebolinha ganhou projeção no Grêmio e passou pelo futebol europeu antes de se firmar no futebol brasileiro; hoje é referência no ataque do Flamengo como ponta e tem 30 anos. A movimentação de Neymar pega carona na história dos jogadores formados no Santos que mantêm influência sobre trajetórias de ponta no país.
Historicamente, trocas entre grandes clubes brasileiros — especialmente envolvendo nomes com apelo de camisa — podem alterar planos de elenco e até a dinâmica dos estaduais e do Brasileirão. Se a investida de Neymar evoluir para proposta concreta, será uma negociação a ser observada também pelos impactos nas relações entre Flamengo e Santos.
O que muda para os clubes
- Flamengo: manteria a peça ofensiva em evidência ou precisaria buscar reposição, dependendo do interesse real do jogador e das propostas.
- Santos: ganharia apelo de mercado e mídia com um atacante experiente; volta ao passado de formação de craques com a chegada de um nome de destaque nacional.
Por enquanto, tudo segue no terreno das conversas e sondagens. Transferências dependem de proposta concreta, acordos entre clubes e vontade do atleta — fatores que costumam aquecer o mercado até o fechamento das janelas.
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