
Botafogo precisa mexer na formação: Rodrigo Bellão admite alterações para o jogo contra o Athletico-PR e testa opções para dar mais equilíbrio à equipe.
O técnico Rodrigo Bellão fez observações claras durante os treinos no CT Lonier e pode mudar a base da equipe que vem sendo utilizada. A preocupação passa por ajustar a proteção da defesa e dar mais intensidade ao meio-campo antes do confronto pelo Brasileirão.
Escalação provável e opções
A formação que circulou no treinamento traz nomes com papel definido no elenco. Entre as opções que Bellão avalia estão:
- Gabriel Batista — goleiro do Botafogo
- Vitinho — lateral do Botafogo
- Ferraresi — lateral do Botafogo
- Justino — zagueiro do Botafogo
- Alex Telles — lateral do Botafogo
- Huguinho — meia do Botafogo
- Danilo — meia do Botafogo
- Medina — meia do Botafogo
- Montoro — meia do Botafogo
- Danilo Pereira — volante do Botafogo
- Kadir — atacante do Botafogo
O que muda no jogo
Bellão busca compactação: a ideia é um meio mais povoado para recuperar a bola mais rápido e dar cobertura aos laterais. Isso pode significar entrada de um volante mais posicional e liberdade para que os alas apoiem sem deixar o setor central exposto.
No ataque, a presença de Kadir como referência seria para fixar zagueiros e abrir espaços para infiltrações de Montoro e Medina — combinação que pode explorar os espaços nas costas da linha defensiva adversária.
Contexto e impacto
O jogo contra o Athletico-PR ganha importância no calendário do Brasileirão pela necessidade de somar pontos e estabilizar a campanha. Para o Botafogo, decisões táticas tomadas agora podem influenciar a sequência do clube nas próximas rodadas e a confiança do elenco.
Historicamente, times cariocas que conseguem equilíbrio entre defesa e transição rápida se dão melhor em jogos fora de casa; Bellão tenta ajustar esse equilíbrio no Botafogo antes do apito inicial. A partida será um termômetro para saber se o treinador consegue imprimir sua leitura do elenco.
Ritmo de crônica: o técnico mexe, a torcida prende a respiração e, no campo, o time precisa transformar ensaio em resultado. É jogo para quem tiver gana e leitura tática — e Bellão escolhe peças com essa missão.


