
Zubeldía, técnico do Fluminense, avaliou a derrota para o Vasco e já admitiu que “não corremos bem” na partida do clássico carioca, apontando problemas de movimentação e compactação da equipe.
O que o treinador disse
O treinador argentino disse que faltou intensidade na marcação e velocidade nas transições. “Não corremos bem” foi a frase repetida pelo técnico ao resumir o que, segundo ele, pesou no resultado.
Sem esconder a frustração, Zubeldía cobrou energia e foco: afirmou que os jogadores precisam ser mais incisivos no momento de recuperar a bola e mais objetivos quando atacam.
Repercussão no vestiário
No vestiário, a fala do treinador teve tom direto: cobrança por atitude e ajuste tático imediato. A derrota num clássico sempre pesa na semana do clube, mexe com ânimo da torcida e eleva a pressão por respostas rápidas.
O episódio também reacende o debate sobre as escolhas na escalação e sobre como o time tem se encontrado nos jogos decisivos contra rivais do Rio — um tema recorrente na história dos confrontos entre Tricolor e Gigante da Colina.
Contexto e impacto
Derrota em clássico não é apenas três pontos: tem impacto na confiança do elenco e na leitura da torcida. Zubeldía, conhecido por seu perfil disciplinador, agora precisa encontrar caminhos para melhorar a compactação defensiva e a criação ofensiva.
Historicamente, clássicos no Rio decidem humores de temporadas inteiras. Para o Fluminense, ajustar a dinâmica sem perder a identidade será prioridade nas próximas partidas, com a torcida esperando reação no Maracanã ou onde o clube for jogar.
Próximos passos
O técnico deve aproveitar os treinamentos para corrigir os erros citados: trabalho em bloco, maior intensidade nas recuperações e aproximação entre linhas. Para o torcedor, resta esperar por sinais de mudança — e pelo espetáculo que só um clássico carioca sabe oferecer.
Os comentários aqui reproduzem a análise do treinador após o jogo e não contêm notas de assessoria; o texto busca relatar e contextualizar o posicionamento do técnico.



