Ex-dirigente critica agenda do Fluminense: ‘Nhaca danada e dá folga’

Zubeldía conduz treino do Fluminense no centro de treinamento, técnico orienta atletas
Imagem: Divulgação / Reprodução

Fluminense sofreu críticas de um ex-dirigente sobre a organização da agenda; a afirmação ‘nhaca danada e dá folga’ repercutiu enquanto o time trabalha para a sequência de jogos.

Crítica e frase de efeito

O ex-dirigente apontou que a programação do Fluminense prejudica o rendimento do elenco e usou a expressão que virou manchete: ‘nhaca danada e dá folga’. A cobrança chega em momento de tensão, com decisões importantes por disputar nas próximas semanas.

Treino e preparação

Zubeldía segue comandando treinos e ajustando o time; o técnico aparece como referência tática no CT, buscando compactação e ritmo para os titulares. O trabalho prático foi registrado durante a atividade desta semana.

Lesões e opções na zaga

O Fluminense confirmou lesões em dois zagueiros, o que pressiona o elenco para encontrar soluções. A ausência de peças centrais na defesa altera o planejamento de Zubeldía para os jogos pelo Brasileirão e demais competições.

Thiago Silva e possível reestreia

Thiago Silva (zagueiro, Fluminense) apareceu no BID e pode reestrear contra o Grêmio. A presença do experiente defensor traz segurança à retaguarda e é observada como fator-chave para o clube encarar a sequência.

Contexto e impacto

Historicamente, o calendário tem sido um desafio para clubes com elenco enxuto e confrontos em sequência. Para o futebol carioca — que disputa Brasileirão e, em alguns momentos, copas nacionais e continentais — a gestão de datas e viagens influencia no desempenho. Se a programação realmente facilita folgas, como criticado, o efeito se vê na rotatividade e na preparação física.

O que vem pela frente

O Fluminense terá uma semana livre para treinar antes de encarar partidas decisivas, segundo a comissão técnica. A direção precisa equilibrar recuperação e intensidade enquanto lida com cobranças externas sobre a agenda.

O episódio reacende o debate sobre calendário no futebol brasileiro e coloca em evidência a necessidade de alinhar interesse esportivo com logística — e, claro, a paciência da torcida no Maracanã quando o time encara altos e baixos.

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