
A final da Copa do Mundo entre Espanha e Argentina terá prorrogação e, se necessário, disputa de pênaltis, conforme as regras da Fifa. O jogo acontece neste domingo (19 de julho de 2026), às 16h (horário de Brasília), no MetLife Stadium, em East Rutherford, nos Estados Unidos.
Se o placar permanecer igual após os 90 minutos regulamentares — dois tempos de 45 minutos — a decisão seguirá para o tempo extra: dois tempos de 15 minutos cada, totalizando 30 minutos adicionais.
O que acontece se continuar empatado?
Caso nenhuma seleção abra vantagem na prorrogação, a final será definida em cobranças de pênalti. Cada equipe inicia com cinco cobranças alternadas; a que converter mais vence o título. Se o empate persistir, a disputa segue em cobrança alternada até que uma equipe esteja à frente após o mesmo número de tentativas.
Procedimento dos pênaltis
- Cada equipe escolhe a ordem dos batedores;
- Cinco cobranças iniciais por time; vitória após maior número convertido;
- Em caso de igualdade, tiros alternados até decisão;
- Goleiro que sair do gol antes da cobrança pode ter a cobrança repetida se a penalidade for convertida e o árbitro julgar infração.
O vencedor leva o troféu; não existe empate na decisão da Copa do Mundo.
Regulamento da final da Copa do Mundo
- 90 minutos de jogo divididos em dois tempos de 45 minutos;
- Empate após o tempo regulamentar: prorrogação, com dois tempos de 15 minutos;
- Persistindo a igualdade: disputa de pênaltis.
Para o torcedor que acompanha do Maracanã, da arquibancada ou do sofá, a sequência é simples: resultado no tempo normal, decisão na prorrogação ou drama nas penalidades. O formato é o mesmo usado em finais históricas e previsto pelo regulamento atual da entidade que organiza o torneio.
Contexto e histórico
Esta é a primeira edição da Copa com 48 seleções, o que mudou o calendário e a logística do torneio. Finais do passado mostram que o destino se resolve tanto na prorrogação quanto nas penalidades: a decisão por pênaltis aconteceu em 1994 (Brasil x Itália) e 2006 (Itália x França), enquanto 2010 (Espanha x Holanda) e 2014 (Alemanha x Argentina) foram decididas na prorrogação.
O formato atual privilegia um desfecho no campo, mas também concentra tensão: a prorrogação testa condicionamento e substituições, e a série de pênaltis costuma entrar para a história. Hoje, no MetLife, a expectativa é de drama — e de muitas cenas para contar.
O que muda para jogadores e técnicos
- Técnicos ajustam substituições pensando nos 30 minutos extras;
- Preparação física e mental influencia rendimento na prorrogação e nas cobranças;
- Decisão por pênaltis exige escolha de batedores e plano para eventual disputa de morte súbita.
Em campo, Espanha e Argentina entram com a missão clara: ganhar no tempo normal e evitar a loteria dos pênaltis. Mas, se for preciso, a prorrogação e as cobranças vão definir o campeão da edição histórica de 48 seleções.



