
haaland guaxinim virou febre: o atacante Erling Haaland (atacante do Manchester City) apareceu em Oslo com um guaxinim empalhado preso a uma garrafa de whisky e a imagem já circula mundo afora.
O item, batizado nas redes de “Whisky Raccoon”, foi comprado na Wild Bill’s Westerns Store, tradicional loja de artigos de estilo country em Dallas, Texas. Segundo a loja, a peça saiu por US$ 750 (aprox. R$ 3,8 mil / €690) e voltou para casa vendida antes mesmo de ficar exposta.
Em sua passagem por Dallas em 30 de junho — quando a seleção da Noruega esteve na cidade — Haaland levou também chapéu e botas de cowboy, postando fotos que aceleraram a procura pelo mesmo objeto.
Julie Newport, proprietária da Wild Bill’s, confirmou que se trata de um animal empalhado e que a repercussão colocou o produto em falta. “Foi comprado aqui”, disse Newport, lembrando que, após a publicação do jogador, um novo exemplar foi encomendado e vendido online antes de chegar à loja física.
Repercussão nas redes
O próprio jogador entrou na brincadeira nas redes: em publicação no X ele comentou de forma bem-humorada e no Instagram abriu enquete para que seguidores sugerissem nomes para o “bichinho”. A exposição imediata fez pedidos saírem para fora dos EUA, algo novo para a loja.
Newport relatou cerca de dois mil atendimentos online, com cerca de 30% de clientes internacionais — dado que mostra o alcance global de um clique de uma estrela do futebol.
Impacto comercial e cultural
Fenômeno recente: celebridades e ídolos do esporte conseguem transformar objetos corriqueiros em produtos procurados por fãs e colecionadores. No caso de Haaland, atacante do Manchester City conhecido por ser figura midiática, o efeito foi direto nas vendas e no aumento do envio internacional pela loja.
Para o mercado, lições imediatas — gerenciar estoque e preparar logística para picos de procura virais. Para o torcedor, a imagem é um lembrete de como o futebol moderno ultrapassa limites: não só resultado em campo, mas cenas que viram meme e movimentam comércio.
O que dizem na loja
“As pessoas querem recriar aquele momento na escadaria. Querem as botas, o chapéu…”, contou a proprietária, descrevendo o volume de pedidos. Ela também relatou o assédio dos fãs a Haaland no estabelecimento: o atacante chegou a autografar duas bolas da Fifa que estavam à venda e o próprio chapéu da dona da loja.
Do ponto de vista jornalístico, é um caso curioso de economia de atenção: um gesto simples, uma foto, e prateleiras que viram raridade. E para quem acompanha futebol do Rio — seja no Maracanã ou em São Januário — a cena lembra como o protagonismo global dos craques também vira assunto nos bares e nas arquibancadas.
Segue a movimentação: a Wild Bill’s ainda ajusta estoque e logística para atender clientes estrangeiros que buscam reproduzir o momento viral do atacante.



