Dibu Martínez pode superar Ubaldo Fillol como goleiro argentino com mais jogos em Mundiais

Emiliano Dibu Martínez defendendo pela seleção argentina durante partida
Imagem: Divulgação / Reprodução

Dibu Martínez (goleiro, Aston Villa e da seleção argentina) pode se tornar o goleiro argentino com mais jogos em Copas ao enfrentar a Inglaterra na semifinal da Copa do Mundo de 2026, nesta quarta-feira (15), às 16h (de Brasília), no Mercedes-Benz Stadium, em Atlanta.

O que está em jogo

Se for a campo contra a Inglaterra, Martínez chegará a 14 partidas disputadas em Mundiais, ultrapassando Ubaldo Fillol (ex-goleiro da seleção argentina e campeão em 1978), que soma 13 jogos em Copas.

Na trajetória deste torneio, Dibu já havia superado Sergio Romero (ex-goleiro da seleção argentina), que acumulou 12 partidas em Mundiais.

Partida e sequência do torneio

A semifinal Argentina x Inglaterra acontece em Atlanta, no Mercedes-Benz Stadium. O vencedor avançará para a final da Copa do Mundo de 2026 e enfrentará o vencedor da outra semifinal, disputada na terça-feira (14), às 16h, em Dallas.

Contexto e análise

Martínez virou referência no gol argentino desde 2021: decisivo nas penalidades e figura central na conquista de 2022, o goleiro do Aston Villa soma presença e autoridade que explicam por que chega a esta marca histórica.

A comparação com Fillol não é só numérica. Ubaldo, lembrado por seu papel na campanha de 1978, representa uma era, enquanto Martínez simboliza a consistência moderna — jogos de fase de grupos, mata-mata e decisões por pênaltis. Para o torcedor, é a continuidade de uma tradição de goleiros que marcaram épocas.

Do ponto de vista esportivo, a possível ultrapassagem confirma o protagonismo de Martínez nesta seleção liderada por Lionel Messi (atacante, Inter Miami): ele não só defende, como também impõe confiança para a linha defensiva, algo vital em partidas de alto risco como uma semifinal de Copa.

Imagem do jogo

No gramado de Atlanta, espera-se tensão e nervo: a Inglaterra tem seu próprio ritmo e repertório de jogo, e a Argentina aposta na experiência de gente que já jogou finais. Para o cronista que acompanha futebol carioca e brasileiro, é jogo que se vive no peito — vertical, direto, com espaço para drama e técnica.

Se Martínez entrar e superar a marca, será mais um capítulo na história das Copas para a Argentina e mais um motivo para a torcida celebrar a figura do goleiro que virou sinônimo de confiança nos pênaltis e nos momentos-padrão.

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