
França foi apontada por Christian Vieri como a principal favorita ao título da Copa do Mundo de 2026, em declaração ao podcast da Fifa nesta segunda-feira (13/07/2026).
Vieri (ex-atacante, ídolo da seleção italiana) destacou o poder ofensivo francês como fator decisivo. “Para mim, a França está no topo”, disse o ex-centroavante, citando a velocidade e a qualidade do setor ofensivo.
O italiano elogiou a linha de frente francesa — Yann Barcola (atacante, seleção da França), Randal Kolo Muani (atacante, seleção da França) e Ousmane Dembélé (atacante, seleção da França) — e chamou o conjunto de “simplesmente um time fenomenal”. “Eles têm quatro atacantes na frente que são todos velocistas. Acho que não dá para marcá-los, são rápidos demais”, avaliou Vieri.
Desempenho da França na Copa
A seleção francesa avançou às semifinais após vencer Marrocos por 2 a 0 nas quartas. Donos do que vem sendo considerado um dos ataques mais perigosos do torneio, os atuais vice-campeões tentam chegar à terceira final seguida, mantendo boa parte da base que foi campeã em 2018 e finalista em 2022.
A semifinal contra a Espanha está marcada para terça-feira (14), em reencontro da Eurocopa de 2024, quando os espanhóis levaram a melhor. O vencedor duelará na final, em Nova York, com o time que sair do confronto entre Inglaterra e Argentina.
O que pesa para a França
Além da velocidade dos atacantes, a França tem repertório tático e jogadores experientes em todas as linhas. Isso dá profundidade para alternar pressão alta e transições rápidas — exatamente o tipo de jogo que incomoda seleções menos compactas.
Historicamente, chegar a duas finais seguidas já colocou a França em posição de favoritismo nas competições anteriores; agora a expectativa é ver se a geração mantém a consistência física até o fim do torneio.
Comentário de torcedor-cronista
Do lado de cá, olhando como quem entende de futebol e ama o espetáculo, dá gosto ver um ataque que mistura técnica e explosão. É jogo para torcedor ficar grudado no celular — drible, aceleração, infiltração. Se a França achar o fio da meada, vai ser difícil tirar o cinturão.
A observação de Vieri entra no cardápio de análises antes das semifinais: factual, direta e com um tempero de quem já foi centroavante e sabe o que assusta um marcador.



