Antonio Nusa, destaque da Noruega, trocou camisa com Neymar antes de Brasil x Noruega

Antonio Nusa comemorando um gol vestindo a camisa da seleção da Noruega
Imagem: Divulgação / Reprodução

Antonio Nusa (atacante, RB Leipzig) é destaque da Noruega e afirmou que trocou a camisa com Neymar (atacante, Al Hilal) antes do duelo Brasil x Noruega, neste domingo, 5 de julho, em Nova Jersey, pelas oitavas da Copa do Mundo.

O que aconteceu

Nusa, de 21 anos, abriu o placar na vitória por 2 a 1 na fase anterior e virou personagem em Leipzig — e fora dele, revelou ter em casa a camisa do craque brasileiro, trocada após um amistoso em Bragança Paulista no ano passado (2025) entre o RB Leipzig e o Peixe.

“A camisa está na sala da minha casa. Mas ainda não achei a moldura certa para ela, e quero fazer uma moldura bonita. Às vezes gosto de tocar na camisa também, então ela está sempre por ali, na sala”, disse Nusa em dezembro, durante entrevista em Leipzig.

O ídolo e a formação do jogador

“Em 2014, eu assisti aos jogos do Brasil, vi o Neymar e foi muito legal. Eu realmente curti ver ele jogar. De lá para cá, virei fã do seu estilo de jogo, queria fazer as mesmas coisas, os mesmos dribles.”

O relato encaixa com a trajetória do norueguês: fã desde cedo, estudou movimentos de Neymar em vídeos e usou a referência para afinar sua jogada individual — característica que rendeu o golaço que abriu o jogo em que foi protagonista.

Contexto e impacto

É curioso ver o roteiro se repetir: um adversário que admira uma estrela brasileira e, no campo, desafia a seleção. Para o Brasil, esse tipo de história cria narrativa extra ao jogo; para Nusa e a Noruega, vira combustível emocional antes de uma partida que vale seguir vivo na Copa do Mundo.

Do ponto de vista esportivo, Nusa chega embalado pela boa fase no RB Leipzig e com a confiança de quem já mostrou capacidade de decidir em jogadas individuais. Neymar, por sua vez, segue como referência técnica e midiática — o encontro entre os dois rende mais que brilho: promete história para contar.

No vestiário, na sala da casa do norueguês ou em campo, a camisa do ídolo virou símbolo. Agora resta ver se, em Nova Jersey, haverá nova troca ou um duelo mais decisivo, com vaga nas quartas em disputa.

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