
Lionel Messi, atacante do Inter Miami, começará no banco de reservas quando a Argentina enfrentar a Jordânia neste sábado no Dallas Stadium, confirmou o técnico Lionel Scaloni. A decisão vem após a seleção campeã do mundo garantir a liderança do Grupo F e a vaga nas oitavas de final com uma rodada de antecedência. Messi chega ao duelo depois de anotar cinco gols nas vitórias contra Argélia e Áustria, desempenho que reafirmou sua importância no torneio. Scaloni opta por preservar energia e reduzir risco de lesões em um jogo que não compromete a classificação argentina.
Escalação e a palavra de Scaloni
Scaloni explicou a escolha em resposta a uma pergunta do jornalista Enrique Macaya Márquez, de 91 anos, afirmando que Messi entrará “um pouco mais tarde” na partida. O técnico ressaltou que quem for a campo “merece jogar”, destacando o esforço e a competição interna pelo lugar na equipe. Lionel Messi, atacante do Inter Miami, volta ao protagonismo caso o jogo peça sua entrada, mas a intenção é dosar minutos para a fase eliminatória. A postura do treinador busca manter a intensidade do elenco sem expor titulares quando a vaga já está assegurada.
O adversário e a leitura tática
A Jordânia já está eliminada do torneio após sofrer duas derrotas consecutivas em sua estreia em Copas do Mundo, e Scaloni espera enfrentar uma seleção fechada e defensiva. O próprio treinador argentino observou que a Jordânia costuma atuar com cinco defensores, o que exigirá variações de movimentação e paciência no ataque. Lionel Messi, atacante do Inter Miami, continua sendo a referência ofensiva que pode quebrar linhas, mas pode entrar mais tarde para decidir o jogo. A partida deve servir também para testar alternativas táticas antes das oitavas, preservando o ritmo do time sem abrir mão do controle do jogo.
Análise e impacto para a fase eliminatória
A opção por poupar um craque como Messi em um jogo de fase de grupos já é prática conhecida em Mundiais e em calendários intensos, usada para proteger atletas e ajustar volumes de trabalho. Para seleções sul-americanas, equilibrar protagonismo e conservação física é rotina, assim como acontece em clubes durante o Brasileirão e outras competições domésticas. A decisão de Scaloni mantém a competitividade do elenco e envia sinal claro: a Argentina valoriza a forma física e a gestão de minutos para chegar com força às fases decisivas. Se necessário, a entrada de Lionel Messi, atacante do Inter Miami, deve alterar o panorama do jogo e reforçar as opções ofensivas do time dirigido por Scaloni.



