
A maior Copa do Mundo de todas começa em 11 de junho de 2026, com partidas disputadas nos Estados Unidos, México e Canadá. O torneio chega cheio de expectativa e com seleções embaladas por elencos recheados de estrelas. Um estudo da TransferRoom, plataforma especializada em transferências, analisou o valor de mercado dos plantéis que estarão no Mundial. O levantamento traz números em euros e em reais e mostra como as potências europeias dominam a avaliação financeira.
A França lidera o ranking, com valor de mercado estimado em 1,46 bilhão de euros (R$ 8,541 bilhões). Logo atrás, a Espanha tem 1,41 bilhão de euros (R$ 8,248 bilhões) e a Inglaterra aparece com 1,40 bilhão de euros (R$ 8,190 bilhões). Alemanha e Portugal completam o top 5, com 1,13 bilhão de euros (R$ 6,610 bilhões) e 1,01 bilhão de euros (R$ 5,908 bilhões), respectivamente. O Brasil surge em sexto lugar, avaliado em 941 milhões de euros — cerca de R$ 5,504 bilhões — reflexo da exportação de talentos e da presença forte de jogadores em grandes clubes europeus.
Confira o ranking completo dos elencos mais valiosos da Copa
- França: R$ 8,541 bilhões (1,46 bilhão de euros)
- Espanha: R$ 8,248 bilhões (1,41 bilhão de euros)
- Inglaterra: R$ 8,190 bilhões (1,40 bilhão de euros)
- Alemanha: R$ 6,610 bilhões (1,13 bilhão de euros)
- Portugal: R$ 5,908 bilhões (1,01 bilhão de euros)
- Brasil: R$ 5,504 bilhões (941 milhões de euros)
- Holanda: R$ 5,071 bilhões (867 milhões de euros)
- Argentina: R$ 4,323 bilhões (739 milhões de euros)
- Bélgica: R$ 3,931 bilhões (672 milhões de euros)
- Noruega: R$ 3,732 bilhões (638 milhões de euros)
Os números da TransferRoom ajudam a dimensionar o mercado por trás das convocações, mas não determinam resultados em campo: performance, entrosamento e decisões táticas seguem sendo decisivos. Muitos jogadores que compõem esses elencos chegam embalados por temporadas na Europa, e clubes dos quatro grandes do Rio — Flamengo, Vasco, Fluminense e Botafogo — também fornecem atletas e revelações para seleções. No calendário nacional, o Mundial divide atenção com o Brasileirão e com torneios continentais como a Libertadores, impactando elenco e ritmo de competições dos clubes. Treinadores terão trabalho para ajustar desfalques, e as janelas de transferência mantêm o mercado aquecido até a estreia dos países.
Para o torcedor carioca, a Copa é motivo de encontro nas arquibancadas de sempre e nos pontos de culto ao futebol: Maracanã, São Januário e Nilton Santos viram palco de festa e de reunião das torcidas. A paixão pelas seleções se mistura ao acompanhamento dos clubes locais, que veem seus nomes reforçados quando jogadores brilham em Copas. Mesmo com o Mundial acontecendo na América do Norte, o coração do Rio pulsa junto em dias de jogo, com bares e praças lotados e a cidade parada a cada grande vitória ou revés. No fim, o que vale é o clássico sentimento do futebol, que reúne gerações em volta da seleção e dos clubes do estado.



